Poços artesianos em Rio Vermelho - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rio Vermelho, Minas Gerais.

  • 8 poços cadastrados
  • média de 91,8 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 8 poços em Rio Vermelho, com profundidade média de 91,8 m (mediana de 90 m, variando de 70 m a 150 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Guanhães, presente em 75% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Rio Vermelho é 5 m mais raso que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em Rio Vermelho

Poços cadastrados em Rio Vermelho - MG
Poços no cadastro nacional8 poços
Profundidade média91,8 m 8 poços com o dado
Profundidade mediana90 m
Faixa de profundidade70 m a 150 m
Nível estático médio1,2 m 6 poços com o dado
Nível dinâmico médio48,9 m 6 poços com o dado
Vazão específica média0,2 m³/h por metro 6 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteComplexo Guanhães 75% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 1970 5 poços
Poços com teste de vazão8 de 8
Distribuição das profundidades em Rio Vermelho 70 m mínimo 90 m mediana 150 m máximo
Metade dos poços fica entre 75,3 m e 103 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Rio Vermelho por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 6 · 75% 100-150 m 2 · 25%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Rio Vermelho 5 1970 2 1990 1 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Complexo Guanhães — 6 poços
  • Proterozoico Superior — 2 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Rio Vermelho?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rio Vermelho.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.