Poços artesianos em Itaú de Minas - MG: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Itaú de Minas, Minas Gerais.

  • 5 poços cadastrados
  • média de 75 m

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Itaú de Minas, com profundidade média de 75 m (mediana de 85 m, variando de 45 m a 90 m). São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Itaú de Minas é 21,8 m mais raso que a média de Minas Gerais (96,8 m).

Números do cadastro em Itaú de Minas

Poços cadastrados em Itaú de Minas - MG
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média75 m 4 poços com o dado
Profundidade mediana85 m
Faixa de profundidade45 m a 90 m
Nível estático médio20,4 m 2 poços com o dado
Nível dinâmico médio42,5 m 2 poços com o dado
Vazão específica média0 m³/h por metro 1 poço com teste
Uso mais comumAbastecimento doméstico 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 2 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Itaú de Minas 45 m mínimo 85 m mediana 90 m máximo
Metade dos poços fica entre 80 m e 90 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Itaú de Minas por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 1 · 25% 50-100 m 3 · 75%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Itaú de Minas 1 2000 2 2010 1 2020
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Itaú de Minas. Valores em poços. Abastecimento doméstico 3 · 60% Abastecimento industrial 1 · 20% Outros (lazer,etc.) 1 · 20%
Uso declarado da água

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Itaú de Minas?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Itaú de Minas.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.