Maranhão · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Pindaré-Mirim - MA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Pindaré-Mirim, Maranhão.
- aquífero poroso
- formação itapecuru
- 90poços cadastrados
- 105,5 mprofundidade média
- 100 mprofundidade mediana
- 17,4 mnível estático médio
Como são os poços em Pindaré-Mirim - MA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 90 poços em Pindaré-Mirim - MA. A profundidade média é de 105,5 m e a mediana, 100 m, medida em 31 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 17,4 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Itapecuru. No Censo 2022, 3.109 dos 9.431 domicílios do município — 33% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 90
- Profundidade média
- 105,5 m
- Profundidade mediana
- 100 m
- Nível estático médio
- 17,4 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Formação Itapecuru
- Ante a média do estado
- 3,7 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m)
- População (Censo 2022)
- 31.429 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 3.109 (33%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 90 poços em Pindaré-Mirim, com profundidade média de 105,5 m (mediana de 100 m, variando de 45 m a 152 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Itapecuru, presente em 79% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Pindaré-Mirim é 3,7 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m).
Números do cadastro em Pindaré-Mirim
| Poços no cadastro nacional | 90 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 105,5 m 31 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 45 m a 152 m |
| Nível estático médio | 17,4 m 26 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 29,5 m 25 poços com o dado |
| Vazão específica média | 2,8 m³/h por metro 23 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Itapecuru 79% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 49 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 8 poços |
| Poços com teste de vazão | 90 de 90 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 10 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Itapecuru — 11 poços
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 3 poços
O território e o subsolo de Pindaré-Mirim
Pindaré-Mirim tem 31.429 habitantes distribuídos em 268,3 km², o que dá 117,2 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Santa Inês, na região intermediária de Santa Inês - Bacabal.
No Censo 2022, 3.109 dos 9.431 domicílios de Pindaré-Mirim — 33% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 2.980 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 2.022 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Maranhão está quase todo sobre a Bacia do Parnaíba, com destaque para os arenitos da Formação Itapecuru. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Itapecuru, Formação Corda, Grupo Barreiras. Poço poroso de comportamento previsível. A alternância de camadas arenosas e argilosas é o que define onde entra o filtro.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Pindaré-Mirim
Com base em 540 poços cadastrados num raio de 30 km de Pindaré-Mirim - MA, 80% deles foram concluídos entre 60 m e 152 m, com profundidade mediana de 110 m. A vazão mediana calculada é de 14,0 m³/h (metade dos poços entre 8,5 m³/h e 17,8 m³/h), sobre 142 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 18 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Pindaré-Mirim se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 540 poços no raio, contra 90 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 142 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Pindaré-Mirim: 74/100
Confiança: amostra alta540 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 90peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 74peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 51peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 32peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 96peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Pindaré-Mirim costumam descer
- até 50 m 4%11
- 50 a 100 m 40%110
- 100 a 150 m 44%120
- acima de 150 m 11%31
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Itapecuru | 13,1 m³/h | 121 m | 5855 com teste |
| Coberturas Sedimentares Indiferenciadas | 15,3 m³/h | 112 m | 1817 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m23 poços Formação Itapecuru 16 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 7
- 100 a 150 m43 poços Formação Itapecuru 32 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 10 · Formação Itaparica 1
- acima de 150 m12 poços Formação Itapecuru 10 · Formação Codó 1 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Pindaré-Mirim?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Pindaré-Mirim.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Pindaré-Mirim
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Veja também: todos os municípios de Maranhão · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.