Maranhão · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Barão de Grajaú - MA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Barão de Grajaú, Maranhão.
- aquífero fissural
- formação piauí
- 178poços cadastrados
- 106,4 mprofundidade média
- 100 mprofundidade mediana
- 34,4 mnível estático médio
Como são os poços em Barão de Grajaú - MA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 178 poços em Barão de Grajaú - MA. A profundidade média é de 106,4 m e a mediana, 100 m, medida em 109 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 34,4 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Piauí. No Censo 2022, 2.739 dos 6.226 domicílios do município — 44% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 178
- Profundidade média
- 106,4 m
- Profundidade mediana
- 100 m
- Nível estático médio
- 34,4 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Formação Piauí
- Ante a média do estado
- praticamente igual à média de Maranhão (109,2 m)
- População (Censo 2022)
- 18.984 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 2.739 (44%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 178 poços em Barão de Grajaú, com profundidade média de 106,4 m (mediana de 100 m, variando de 50 m a 192 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Piauí, presente em 36% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Barão de Grajaú é praticamente igual à média de Maranhão (109,2 m).
Números do cadastro em Barão de Grajaú
| Poços no cadastro nacional | 178 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 106,4 m 109 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 50 m a 192 m |
| Nível estático médio | 34,4 m 96 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 52,6 m 10 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,6 m³/h por metro 8 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 57% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Piauí 36% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento múltiplo 105 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 62 poços |
| Poços com teste de vazão | 178 de 178 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 4 poços
- Poroso — 3 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Piauí — 4 poços
- Formação Poti — 2 poços
- Coberturas Sedimentares Indiferenciadas — 2 poços
- Formação Pedra de Fogo — 1 poço
- Formação Corda — 1 poço
- Formação Itapecuru — 1 poço
O território e o subsolo de Barão de Grajaú
Barão de Grajaú tem 18.984 habitantes distribuídos em 2.209,4 km², o que dá 8,6 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de São João dos Patos, na região intermediária de Presidente Dutra.
No Censo 2022, 2.739 dos 6.226 domicílios de Barão de Grajaú — 44% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 2.658 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.378 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Maranhão está quase todo sobre a Bacia do Parnaíba, com destaque para os arenitos da Formação Itapecuru. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Itapecuru, Formação Corda, Grupo Barreiras. Poço poroso de comportamento previsível. A alternância de camadas arenosas e argilosas é o que define onde entra o filtro.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Barão de Grajaú
Com base em 524 poços cadastrados num raio de 30 km de Barão de Grajaú - MA, 80% deles foram concluídos entre 60 m e 140 m, com profundidade mediana de 100 m. A vazão mediana calculada é de 7,3 m³/h (metade dos poços entre 6,0 m³/h e 8,4 m³/h), sobre 25 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 18 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (50% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Barão de Grajaú se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 524 poços no raio, contra 178 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 25 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Barão de Grajaú: 60/100
Confiança: amostra alta524 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 50peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 73peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 50peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 50peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 100peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Barão de Grajaú costumam descer
- até 50 m 7%23
- 50 a 100 m 59%209
- 100 a 150 m 30%104
- acima de 150 m 5%16
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Poti | 6,7 m³/h | 102 m | 44 com teste |
| Formação Piauí | 10,1 m³/h | 90 m | 32 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- 50 a 100 m7 poços Formação Piauí 3 · Formação Poti 2 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 1
- 100 a 150 m4 poços Formação Poti 2 · Formação Itapecuru 1 · Formação Corda 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Barão de Grajaú?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Barão de Grajaú.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Barão de Grajaú
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.