Maranhão · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Marajá do Sena - MA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Marajá do Sena, Maranhão.
- formação itapecuru
- 23poços cadastrados
- 180,2 mprofundidade média
- 150 mprofundidade mediana
- 39,3 mnível estático médio
Como são os poços em Marajá do Sena - MA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 23 poços em Marajá do Sena - MA. A profundidade média é de 180,2 m e a mediana, 150 m, medida em 15 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 39,3 m. A rocha mais atravessada pelos poços é Formação Itapecuru. No Censo 2022, 1.365 dos 1.918 domicílios do município — 71,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 23
- Profundidade média
- 180,2 m
- Profundidade mediana
- 150 m
- Nível estático médio
- 39,3 m
- Rocha predominante
- Formação Itapecuru
- Ante a média do estado
- 71 m mais fundo que a média de Maranhão (109,2 m)
- População (Censo 2022)
- 7.027 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 1.365 (71,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 23 poços em Marajá do Sena, com profundidade média de 180,2 m (mediana de 150 m, variando de 90 m a 300 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Itapecuru, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Marajá do Sena é 71 m mais fundo que a média de Maranhão (109,2 m).
Números do cadastro em Marajá do Sena
| Poços no cadastro nacional | 23 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 180,2 m 15 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 150 m |
| Faixa de profundidade | 90 m a 300 m |
| Nível estático médio | 39,3 m 4 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 113 m 2 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,3 m³/h por metro 1 poço com teste |
| Rocha predominante | Formação Itapecuru 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 8 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 9 poços |
| Poços com teste de vazão | 23 de 23 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Formações geológicas atravessadas
- Formação Itapecuru — 1 poço
O território e o subsolo de Marajá do Sena
Marajá do Sena tem 7.027 habitantes distribuídos em 1.402,6 km², o que dá 5,0 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Bacabal, na região intermediária de Santa Inês - Bacabal.
No Censo 2022, 1.365 dos 1.918 domicílios de Marajá do Sena — 71,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 478 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.458 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
O Maranhão está quase todo sobre a Bacia do Parnaíba, com destaque para os arenitos da Formação Itapecuru. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Itapecuru, Formação Corda, Grupo Barreiras. Poço poroso de comportamento previsível. A alternância de camadas arenosas e argilosas é o que define onde entra o filtro.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Marajá do Sena
Com base em 43 poços cadastrados num raio de 30 km de Marajá do Sena - MA, 80% deles foram concluídos entre 98 m e 516 m, com profundidade mediana de 150 m. O nível estático mediano fica em 9 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Marajá do Sena se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 43 poços no raio, contra 23 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 3 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Marajá do Sena: 61/100
Confiança: amostra baixa43 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 97peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 11peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 64peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 8peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si sem dadopeso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Marajá do Sena costumam descer
- até 50 m 0%0
- 50 a 100 m 21%4
- 100 a 150 m 37%7
- acima de 150 m 42%8
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Marajá do Sena?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Marajá do Sena.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.