Maranhão · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Magalhães de Almeida - MA: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Magalhães de Almeida, Maranhão.
- 69poços cadastrados
- 95,7 mprofundidade média
- 86 mprofundidade mediana
- 27,1 mnível estático médio
Como são os poços em Magalhães de Almeida - MA?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 69 poços em Magalhães de Almeida - MA. A profundidade média é de 95,7 m e a mediana, 86 m, medida em 45 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 27,1 m. No Censo 2022, 348 dos 4.214 domicílios do município — 8,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 69
- Profundidade média
- 95,7 m
- Profundidade mediana
- 86 m
- Nível estático médio
- 27,1 m
- Ante a média do estado
- 13,5 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m)
- População (Censo 2022)
- 13.807 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 348 (8,3%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 69 poços em Magalhães de Almeida, com profundidade média de 95,7 m (mediana de 86 m, variando de 40 m a 200 m).
Comparado ao restante do estado, o poço de Magalhães de Almeida é 13,5 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m).
Números do cadastro em Magalhães de Almeida
| Poços no cadastro nacional | 69 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 95,7 m 45 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 86 m |
| Faixa de profundidade | 40 m a 200 m |
| Nível estático médio | 27,1 m 4 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 62,2 m 2 poços com o dado |
| Vazão específica média | 1 m³/h por metro 2 poços com teste |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 61 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 23 poços |
| Poços com teste de vazão | 69 de 69 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
O território e o subsolo de Magalhães de Almeida
Magalhães de Almeida tem 13.807 habitantes distribuídos em 434,4 km², o que dá 31,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Tutóia - Araioses, na região intermediária de São Luís.
No Censo 2022, 348 dos 4.214 domicílios de Magalhães de Almeida — 8,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 302 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 328 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
O Maranhão está quase todo sobre a Bacia do Parnaíba, com destaque para os arenitos da Formação Itapecuru. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Itapecuru, Formação Corda, Grupo Barreiras. Poço poroso de comportamento previsível. A alternância de camadas arenosas e argilosas é o que define onde entra o filtro.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Magalhães de Almeida
Com base em 436 poços cadastrados num raio de 30 km de Magalhães de Almeida - MA, 80% deles foram concluídos entre 30 m e 144 m, com profundidade mediana de 68 m. A vazão mediana calculada é de 5,2 m³/h (metade dos poços entre 3,3 m³/h e 8,0 m³/h), sobre 87 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 12 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (97% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Magalhães de Almeida se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 436 poços no raio, contra 69 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 87 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Magalhães de Almeida: 53/100
Confiança: amostra alta436 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 33peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 67peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 49peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 75peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 88peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Magalhães de Almeida costumam descer
- até 50 m 28%90
- 50 a 100 m 47%151
- 100 a 150 m 16%52
- acima de 150 m 9%28
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Formação Cabeças | 5,0 m³/h | 70 m | 155 com teste |
| Formação Poti | 5,8 m³/h | 58 m | 74 com teste |
| Formação Itapecuru | 6,3 m³/h | 200 m | 33 com teste |
| Grupo Serra Grande | 11,5 m³/h | 59 m | 32 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m6 poços Formação Cabeças 2 · Grupo Barreiras 1 · Formação Itapecuru 1
- 50 a 100 m21 poços Formação Cabeças 10 · Formação Poti 6 · Depósitos Eólicos Continentais 2
- 100 a 150 m4 poços Formação Cabeças 2 · Grupo Barreira Indiviso 1 · Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 1
- acima de 150 m6 poços Formação Itapecuru 2 · Formação Cabeças 1 · Formação Pedra de Fogo 1
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Magalhães de Almeida?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Magalhães de Almeida.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Magalhães de Almeida
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
Municípios de Maranhão com profundidade parecida
Próximos na lista de Maranhão
Veja também: todos os municípios de Maranhão · panorama nacional do cadastro
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.