Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Chapadão do Céu - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Chapadão do Céu, Goiás.

  • aquífero poroso
  • formação cachoeirinha
  • 31poços cadastrados
  • 84,5 mprofundidade média
  • 80 mprofundidade mediana
  • 23,7 mnível estático médio

Como são os poços em Chapadão do Céu - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 31 poços em Chapadão do Céu - GO. A profundidade média é de 84,5 m e a mediana, 80 m, medida em 31 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 23,7 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Cachoeirinha. No Censo 2022, 345 dos 4.286 domicílios do município — 8,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
31
Profundidade média
84,5 m
Profundidade mediana
80 m
Nível estático médio
23,7 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Cachoeirinha
Ante a média do estado
15,4 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
12.870 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
345 (8,1%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 31 poços em Chapadão do Céu, com profundidade média de 84,5 m (mediana de 80 m, variando de 30 m a 155 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Cachoeirinha, presente em 88% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Chapadão do Céu é 15,4 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Chapadão do Céu

Poços cadastrados em Chapadão do Céu - GO
Poços no cadastro nacional31 poços
Profundidade média84,5 m 31 poços com o dado
Profundidade mediana80 m
Faixa de profundidade30 m a 155 m
Nível estático médio23,7 m 29 poços com o dado
Nível dinâmico médio48,5 m 28 poços com o dado
Vazão específica média0,5 m³/h por metro 28 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 94% dos registros
Rocha predominanteFormação Cachoeirinha 88% dos registros
Uso mais comumAbastecimento múltiplo 15 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 21 poços
Poços com teste de vazão31 de 31
Distribuição das profundidades em Chapadão do Céu 30 m mínimo 80 m mediana 155 m máximo
Metade dos poços fica entre 60 m e 100 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Chapadão do Céu por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 3 · 10% 50-100 m 21 · 68% 100-150 m 6 · 19% 150-200 m 1 · 3%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Chapadão do Céu 3 1980 1 1990 6 2000 21 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Chapadão do Céu. Valores em poços. Abastecimento múltiplo 15 · 50% Abastecimento urbano 8 · 27% Abastecimento industrial 4 · 13% Abastecimento doméstico 2 · 7% Abastecimento doméstico/animal 1 · 3%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 15 poços
  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Cachoeirinha — 14 poços
  • Formação Serra Geral — 1 poço
  • Grupo Bauru — 1 poço

O território e o subsolo de Chapadão do Céu

Chapadão do Céu tem 12.870 habitantes distribuídos em 2.184,1 km², o que dá 5,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Jataí-Mineiros, na região intermediária de Rio Verde.

No Censo 2022, 345 dos 4.286 domicílios de Chapadão do Céu — 8,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 344 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 348 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Chapadão do Céu

Com base em 33 poços cadastrados num raio de 30 km de Chapadão do Céu - GO, 80% deles foram concluídos entre 52 m e 130 m, com profundidade mediana de 80 m. A vazão mediana calculada é de 7,1 m³/h (metade dos poços entre 3,5 m³/h e 11,5 m³/h), sobre 30 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 19 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (94% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Chapadão do Céu se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 33 poços no raio, contra 31 poços dentro do município.

80 mprofundidade mediana
7,1 m³/hvazão mediana calculada
19 mnível estático mediano
1,2poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 30 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Chapadão do Céu: 42/100

42 de 100

Confiança: amostra média33 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 48peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 8peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 37peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 68peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 73peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Chapadão do Céu costumam descer

  • até 50 m 9%3
  • 50 a 100 m 70%23
  • 100 a 150 m 18%6
  • acima de 150 m 3%1

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Chapadão do Céu?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Chapadão do Céu.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.