Goiás · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Caiapônia - GO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Caiapônia, Goiás.

  • aquífero poroso
  • formação aquidauana
  • 14poços cadastrados
  • 84 mprofundidade média
  • 96 mprofundidade mediana
  • 17,5 mnível estático médio

Como são os poços em Caiapônia - GO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 14 poços em Caiapônia - GO. A profundidade média é de 84 m e a mediana, 96 m, medida em 14 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 17,5 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Aquidauana. No Censo 2022, 779 dos 6.386 domicílios do município — 12,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
14
Profundidade média
84 m
Profundidade mediana
96 m
Nível estático médio
17,5 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Aquidauana
Ante a média do estado
15,9 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m)
População (Censo 2022)
16.513 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
779 (12,2%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 14 poços em Caiapônia, com profundidade média de 84 m (mediana de 96 m, variando de 15 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Aquidauana, presente em 33% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Caiapônia é 15,9 m mais raso que a média de Goiás (99,9 m).

Números do cadastro em Caiapônia

Poços cadastrados em Caiapônia - GO
Poços no cadastro nacional14 poços
Profundidade média84 m 14 poços com o dado
Profundidade mediana96 m
Faixa de profundidade15 m a 120 m
Nível estático médio17,5 m 12 poços com o dado
Nível dinâmico médio49,6 m 12 poços com o dado
Vazão específica média0,4 m³/h por metro 12 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 67% dos registros
Rocha predominanteFormação Aquidauana 33% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 5 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2010 12 poços
Poços com teste de vazão14 de 14
Distribuição das profundidades em Caiapônia 15 m mínimo 96 m mediana 120 m máximo
Metade dos poços fica entre 55 m e 120 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Caiapônia por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 3 · 21% 50-100 m 7 · 50% 100-150 m 4 · 29%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Caiapônia 2 2000 12 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Caiapônia. Valores em poços. Abastecimento doméstico 5 · 36% Abastecimento industrial 3 · 21% Abastecimento múltiplo 2 · 14% Abastecimento doméstico/animal 2 · 14% Abastecimento urbano 2 · 14%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 2 poços
  • Fissural — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Aquidauana — 1 poço
  • Grupo Bauru — 1 poço
  • Formação Serra Geral — 1 poço

O território e o subsolo de Caiapônia

Caiapônia tem 16.513 habitantes distribuídos em 8.628,0 km², o que dá 1,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Jataí-Mineiros, na região intermediária de Rio Verde.

No Censo 2022, 779 dos 6.386 domicílios de Caiapônia — 12,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 646 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.202 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

Goiás combina metassedimentos e cristalino na maior parte do estado com a borda da Bacia do Paraná ao sudoeste e calcários do Bambuí ao nordeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Bambuí, Formação Serra Geral, Sistema Aquífero Guarani (borda), Grupo Araxá. Fissural na maior parte, com a exceção do sudoeste, onde arenito e basalto mudam completamente o projeto do poço.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Caiapônia

Com base em 14 poços cadastrados num raio de 30 km de Caiapônia - GO, 80% deles foram concluídos entre 36 m e 120 m, com profundidade mediana de 93 m. A vazão mediana calculada é de 4,6 m³/h (metade dos poços entre 4,1 m³/h e 5,6 m³/h), sobre 11 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 14 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero fissural (50% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Caiapônia se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 14 poços no raio, contra 14 poços dentro do município.

93 mprofundidade mediana
4,6 m³/hvazão mediana calculada
14 mnível estático mediano
0,5poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 11 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Caiapônia: 40/100

40 de 100

Confiança: amostra baixa14 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 28peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 3peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 65peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 54peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 100peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Caiapônia costumam descer

  • até 50 m 21%3
  • 50 a 100 m 50%7
  • 100 a 150 m 29%4
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Caiapônia?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Caiapônia.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.