Tocantins · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Peixe - TO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Peixe, Tocantins.

  • 15poços cadastrados
  • 94 mprofundidade média
  • 100 mprofundidade mediana
  • 7 mnível estático médio

Como são os poços em Peixe - TO?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 15 poços em Peixe - TO. A profundidade média é de 94 m e a mediana, 100 m, medida em 7 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 7 m. No Censo 2022, 1.331 dos 3.418 domicílios do município — 38,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
15
Profundidade média
94 m
Profundidade mediana
100 m
Nível estático médio
7 m
Ante a média do estado
20 m mais raso que a média de Tocantins (114 m)
População (Censo 2022)
9.317 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
1.331 (38,9%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 15 poços em Peixe, com profundidade média de 94 m (mediana de 100 m, variando de 60 m a 120 m).

Comparado ao restante do estado, o poço de Peixe é 20 m mais raso que a média de Tocantins (114 m).

Números do cadastro em Peixe

Poços cadastrados em Peixe - TO
Poços no cadastro nacional15 poços
Profundidade média94 m 7 poços com o dado
Profundidade mediana100 m
Faixa de profundidade60 m a 120 m
Nível estático médio7 m 7 poços com o dado
Nível dinâmico médio39,4 m 7 poços com o dado
Vazão específica média1,3 m³/h por metro 7 poços com teste
Uso mais comumAbastecimento industrial 7 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 4 poços
Poços com teste de vazão15 de 15
Distribuição das profundidades em Peixe 60 m mínimo 100 m mediana 120 m máximo
Metade dos poços fica entre 88 m e 100 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Peixe por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 6 · 86% 100-150 m 1 · 14%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Peixe 3 1990 4 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Peixe. Valores em poços. Abastecimento industrial 7 · 47% Abastecimento urbano 7 · 47% Abastecimento doméstico 1 · 7%
Uso declarado da água

O território e o subsolo de Peixe

Peixe tem 9.317 habitantes distribuídos em 5.303,6 km², o que dá 1,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Gurupi.

No Censo 2022, 1.331 dos 3.418 domicílios de Peixe — 38,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 809 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.271 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

O Tocantins está sobre a borda da Bacia do Parnaíba a leste, com os arenitos do Urucuia e do Grupo Serra Grande, e o cristalino da faixa Araguaia a oeste. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Urucuia, Grupo Serra Grande, Formação Piauí, Faixa Araguaia. A leste, poço poroso previsível; a oeste, fissural. A planície do Bananal tem aquífero raso e sazonal.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Peixe

Com base em 24 poços cadastrados num raio de 30 km de Peixe - TO, 80% deles foram concluídos entre 77 m e 135 m, com profundidade mediana de 100 m. A vazão mediana calculada é de 9,2 m³/h (metade dos poços entre 4,8 m³/h e 20,5 m³/h), sobre 12 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado.

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Peixe se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 24 poços no raio, contra 15 poços dentro do município.

100 mprofundidade mediana
9,2 m³/hvazão mediana calculada
7 mnível estático mediano
0,9poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 12 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Peixe: 38/100

38 de 100

Confiança: amostra média24 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 69peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 6peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 10peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 50peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 26peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Peixe costumam descer

  • até 50 m 0%0
  • 50 a 100 m 69%11
  • 100 a 150 m 31%5
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Peixe?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Peixe.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.