Poços artesianos em Fátima - TO: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Fátima, Tocantins.

  • 22 poços cadastrados
  • média de 97,2 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 22 poços em Fátima, com profundidade média de 97,2 m (mediana de 100 m, variando de 58 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Terciário-Quaternário, presente em 44% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Fátima é 16,8 m mais raso que a média de Tocantins (114 m).

Números do cadastro em Fátima

Poços cadastrados em Fátima - TO
Poços no cadastro nacional22 poços
Profundidade média97,2 m 20 poços com o dado
Profundidade mediana100 m
Faixa de profundidade58 m a 120 m
Nível estático médio7,6 m 17 poços com o dado
Nível dinâmico médio52,2 m 14 poços com o dado
Vazão específica média0,3 m³/h por metro 14 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteTerciário-Quaternário 44% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 6 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 8 poços
Poços com teste de vazão22 de 22
Distribuição das profundidades em Fátima 58 m mínimo 100 m mediana 120 m máximo
Metade dos poços fica entre 100 m e 106 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Fátima por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 13 · 65% 100-150 m 7 · 35%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Fátima 7 1980 8 1990 2 2010 3 2020
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Fátima. Valores em poços. Abastecimento urbano 6 · 43% Abastecimento múltiplo 4 · 29% Abastecimento doméstico 3 · 21% Abastecimento industrial 1 · 7%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 11 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Terciário-Quaternário — 11 poços
  • Grupo Estrondo — 11 poços
  • Complexo Granito-Gnáissico — 2 poços
  • Complexo Gnáissico-Migmatítico Rio dos Mangues — 1 poço

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Fátima?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Fátima.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.