São Paulo · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Rubinéia - SP: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rubinéia, São Paulo.
- aquífero fissural
- formação serra geral
- 14poços cadastrados
- 145,3 mprofundidade média
- 150 mprofundidade mediana
- 18,5 mnível estático médio
Como são os poços em Rubinéia - SP?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 14 poços em Rubinéia - SP. A profundidade média é de 145,3 m e a mediana, 150 m, medida em 11 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 18,5 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Formação Serra Geral. No Censo 2022, 214 dos 1.501 domicílios do município — 14,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 14
- Profundidade média
- 145,3 m
- Profundidade mediana
- 150 m
- Nível estático médio
- 18,5 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Formação Serra Geral
- Ante a média do estado
- 10,7 m mais raso que a média de São Paulo (156 m)
- População (Censo 2022)
- 3.833 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 214 (14,3%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 14 poços em Rubinéia, com profundidade média de 145,3 m (mediana de 150 m, variando de 80 m a 200 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Serra Geral, presente em 47% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Rubinéia é 10,7 m mais raso que a média de São Paulo (156 m).
Números do cadastro em Rubinéia
| Poços no cadastro nacional | 14 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 145,3 m 11 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 150 m |
| Faixa de profundidade | 80 m a 200 m |
| Nível estático médio | 18,5 m 8 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 60,3 m 8 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,3 m³/h por metro 8 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 70% dos registros |
| Rocha predominante | Formação Serra Geral 47% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 5 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 3 poços |
| Poços com teste de vazão | 14 de 14 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 7 poços
- Poroso — 3 poços
Formações geológicas atravessadas
- Formação Serra Geral — 8 poços
- Grupo Bauru — 6 poços
- Quaternário — 1 poço
- Aluviões — 1 poço
- Formação Botucatu — 1 poço
O território e o subsolo de Rubinéia
Rubinéia tem 3.833 habitantes distribuídos em 242,9 km², o que dá 15,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Santa Fé do Sul, na região intermediária de São José do Rio Preto.
No Censo 2022, 214 dos 1.501 domicílios de Rubinéia — 14,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 201 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 171 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.
São Paulo tem a Bacia do Paraná no interior — Guarani, Bauru, Tubarão e Serra Geral — e o cristalino na faixa leste, além das bacias de São Paulo e Taubaté. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Guarani, Sistema Aquífero Bauru, Sistema Aquífero Tubarão, Sistema Aquífero Serra Geral, Bacia de São Paulo. No interior, poço poroso profundo e produtivo, com uso intenso e rebaixamento regional em algumas áreas; na Grande São Paulo, cristalino de vazão modesta.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de Rubinéia
Com base em 234 poços cadastrados num raio de 30 km de Rubinéia - SP, 80% deles foram concluídos entre 65 m e 243 m, com profundidade mediana de 120 m. A vazão mediana calculada é de 12,1 m³/h (metade dos poços entre 6,6 m³/h e 20,1 m³/h), sobre 133 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 20 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (59% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Rubinéia se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 234 poços no raio, contra 14 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 133 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de Rubinéia: 68/100
Confiança: amostra alta234 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 86peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 49peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 67peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 25peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 74peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de Rubinéia costumam descer
- até 50 m 2%4
- 50 a 100 m 35%73
- 100 a 150 m 30%63
- acima de 150 m 32%67
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Grupo Bauru | 11,2 m³/h | 120 m | 10378 com teste |
| Formação Serra Geral | 14,2 m³/h | 150 m | 2210 com teste |
| Formação Santo Anastácio | 2,0 m³/h | 90 m | 31 com teste |
| Grupo Caiuá | 33,9 m³/h | 57 m | 32 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
Em que rocha os poços terminam, por faixa
- até 50 m3 poços Grupo Bauru 2 · Formação Serra Geral 1
- 50 a 100 m47 poços Grupo Bauru 35 · Formação Serra Geral 7 · Grupo Caiuá 3
- 100 a 150 m43 poços Grupo Bauru 31 · Formação Serra Geral 8 · Aluviões 2
- acima de 150 m43 poços Grupo Bauru 35 · Formação Serra Geral 6 · Quaternário 2
Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Rubinéia?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rubinéia.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.