Pernambuco · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em São José da Coroa Grande - PE: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para São José da Coroa Grande, Pernambuco.
- aquífero poroso
- aluviões
- 17poços cadastrados
- 48,6 mprofundidade média
- 42 mprofundidade mediana
- 2 mnível estático médio
Como são os poços em São José da Coroa Grande - PE?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 17 poços em São José da Coroa Grande - PE. A profundidade média é de 48,6 m e a mediana, 42 m, medida em 7 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 2 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Aluviões. No Censo 2022, 1.686 dos 6.103 domicílios do município — 27,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 17
- Profundidade média
- 48,6 m
- Profundidade mediana
- 42 m
- Nível estático médio
- 2 m
- Aquífero predominante
- Poroso
- Rocha predominante
- Aluviões
- Ante a média do estado
- 18,9 m mais raso que a média de Pernambuco (67,5 m)
- População (Censo 2022)
- 18.825 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 1.686 (27,6%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 17 poços em São José da Coroa Grande, com profundidade média de 48,6 m (mediana de 42 m, variando de 34 m a 74 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Aluviões, presente em 100% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de São José da Coroa Grande é 18,9 m mais raso que a média de Pernambuco (67,5 m).
Números do cadastro em São José da Coroa Grande
| Poços no cadastro nacional | 17 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 48,6 m 7 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 42 m |
| Faixa de profundidade | 34 m a 74 m |
| Nível estático médio | 2 m 6 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 17,3 m 5 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,2 m³/h por metro 5 poços com teste |
| Aquífero predominante | Poroso 100% dos registros |
| Rocha predominante | Aluviões 100% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento urbano 3 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1980 4 poços |
| Poços com teste de vazão | 17 de 17 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Poroso — 2 poços
Formações geológicas atravessadas
- Aluviões — 2 poços
O território e o subsolo de São José da Coroa Grande
São José da Coroa Grande tem 18.825 habitantes distribuídos em 69,2 km², o que dá 272,1 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Barreiros - Sirinhaém, na região intermediária de Recife.
No Censo 2022, 1.686 dos 6.103 domicílios de São José da Coroa Grande — 27,6% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 1.556 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 1.635 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.
Pernambuco tem cristalino no agreste e no sertão, as bacias do Jatobá e do Araripe no interior e a bacia costeira do Recife. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Beberibe, Bacia do Jatobá, Bacia do Araripe, embasamento cristalino. No Recife, aquíferos profundos e explotados há décadas exigem atenção ao rebaixamento regional; no sertão, fratura e risco de salinidade.
Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.
O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O subsolo num raio de 30 km de São José da Coroa Grande
Com base em 84 poços cadastrados num raio de 30 km de São José da Coroa Grande - PE, 80% deles foram concluídos entre 13 m e 80 m, com profundidade mediana de 42 m. A vazão mediana calculada é de 3,6 m³/h (metade dos poços entre 1,3 m³/h e 7,5 m³/h), sobre 23 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 3 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (89% dos registros com o dado).
Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de São José da Coroa Grande se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 84 poços no raio, contra 17 poços dentro do município.
Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 23 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.
Índice de Potencial Hídrico de São José da Coroa Grande: 30/100
Confiança: amostra alta84 poços no raio
- Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 21peso 40%
- Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 23peso 20%
- Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 24peso 20%
- Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 95peso 10%
- Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 25peso 10%
Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.
Até onde os poços de São José da Coroa Grande costumam descer
- até 50 m 67%37
- 50 a 100 m 31%17
- 100 a 150 m 0%0
- acima de 150 m 2%1
O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.
Quanto cada rocha entrega de água
| Formação | Vazão mediana | Profundidade mediana | Poços |
|---|---|---|---|
| Aluviões | 15,8 m³/h | 64 m | 42 com teste |
| Coberturas Sedimentares Indiferenciadas | 5,3 m³/h | 60 m | 32 com teste |
A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.
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O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos São José da Coroa Grande?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em São José da Coroa Grande.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.