Pernambuco · cadastro nacional de poços
Poços artesianos em Petrolina - PE: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Petrolina, Pernambuco.
- aquífero fissural
- corpo cristalino
- 1.036poços cadastrados
- 49,5 mprofundidade média
- 54 mprofundidade mediana
- 11,2 mnível estático médio
Como são os poços em Petrolina - PE?
O cadastro nacional do SIAGAS registra 1.036 poços em Petrolina - PE. A profundidade média é de 49,5 m e a mediana, 54 m, medida em 828 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 11,2 m. O aquífero predominante é fissural, e a rocha mais atravessada é Corpo Cristalino. No Censo 2022, 189 dos 128.380 domicílios do município — 0,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento.
- Poços cadastrados
- 1.036
- Profundidade média
- 49,5 m
- Profundidade mediana
- 54 m
- Nível estático médio
- 11,2 m
- Aquífero predominante
- Fissural
- Rocha predominante
- Corpo Cristalino
- Ante a média do estado
- 18 m mais raso que a média de Pernambuco (67,5 m)
- População (Censo 2022)
- 386.791 habitantes
- Domicílios abastecidos por poço
- 189 (0,2%)
- Retrato do cadastro
- 04/08/2026
Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 1.036 poços em Petrolina, com profundidade média de 49,5 m (mediana de 54 m, variando de 3,3 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 96% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Petrolina é 18 m mais raso que a média de Pernambuco (67,5 m).
Números do cadastro em Petrolina
| Poços no cadastro nacional | 1.036 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 49,5 m 828 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 54 m |
| Faixa de profundidade | 3,3 m a 120 m |
| Nível estático médio | 11,2 m 313 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 35,5 m 193 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,8 m³/h por metro 104 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Corpo Cristalino 96% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico/animal 412 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2000 226 poços |
| Poços com teste de vazão | 1.036 de 1.036 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 74 poços
Formações geológicas atravessadas
- Corpo Cristalino — 71 poços
- Pré-Cambriano Indiviso — 3 poços
O território e o subsolo de Petrolina
Petrolina tem 386.791 habitantes distribuídos em 4.561,9 km², o que dá 84,8 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Petrolina.
No Censo 2022, 189 dos 128.380 domicílios de Petrolina — 0,2% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 145 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 6.412 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Petrolina, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.
Pernambuco tem cristalino no agreste e no sertão, as bacias do Jatobá e do Araripe no interior e a bacia costeira do Recife. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Beberibe, Bacia do Jatobá, Bacia do Araripe, embasamento cristalino. No Recife, aquíferos profundos e explotados há décadas exigem atenção ao rebaixamento regional; no sertão, fratura e risco de salinidade.
Domínio cristalino. Granitos, gnaisses e migmatitos do embasamento. A rocha é maciça: não tem poro por onde a água circule. A água ocupa fraturas, falhas e a zona de rocha alterada logo abaixo do solo. Reservatórios pequenos, descontínuos e sem continuidade lateral — por isso dois poços a cem metros um do outro podem dar resultados muito diferentes.
O que isso muda na obra. Exige martelo de fundo de furo. O avanço é lento e a parede é estável, o que dispensa revestimento abaixo do trecho alterado. Locar o poço sobre uma estrutura fraturada é o que decide o resultado — mais do que perfurar fundo.
População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Petrolina?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Petrolina.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Perguntas sobre os poços de Petrolina
Cada pergunta é respondida com os números do cadastro nacional.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.