Poços artesianos em Cruz do Espírito Santo - PB: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Cruz do Espírito Santo, Paraíba.

  • 134 poços cadastrados
  • média de 24,7 m
  • aquífero poroso

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 134 poços em Cruz do Espírito Santo, com profundidade média de 24,7 m (mediana de 20 m, variando de 5 m a 113 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Barreiras, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Cruz do Espírito Santo é 21,7 m mais raso que a média de Paraíba (46,4 m).

Números do cadastro em Cruz do Espírito Santo

Poços cadastrados em Cruz do Espírito Santo - PB
Poços no cadastro nacional134 poços
Profundidade média24,7 m 127 poços com o dado
Profundidade mediana20 m
Faixa de profundidade5 m a 113 m
Nível estático médio6,3 m 57 poços com o dado
Nível dinâmico médio15,9 m 21 poços com o dado
Vazão específica média0,9 m³/h por metro 21 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteGrupo Barreiras 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento múltiplo 4 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 72 poços
Poços com teste de vazão134 de 134
Distribuição das profundidades em Cruz do Espírito Santo 5 m mínimo 20 m mediana 113 m máximo
Metade dos poços fica entre 15 m e 30 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Cruz do Espírito Santo por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 121 · 95% 50-100 m 5 · 4% 100-150 m 1 · 1%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Cruz do Espírito Santo 2 1950 3 1960 6 1970 7 1980 36 1990 72 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Cruz do Espírito Santo. Valores em poços. Abastecimento múltiplo 4 · 80% Abastecimento urbano 1 · 20%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Grupo Barreiras — 4 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Cruz do Espírito Santo?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Cruz do Espírito Santo.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.