Esmeraldas - MG

Que rocha existe abaixo de Esmeraldas - MG?

Os poços de Esmeraldas - MG atravessam principalmente Complexo Belo Horizonte — Gnaisses e migmatitos que formam o embasamento da região metropolitana de Belo Horizonte.… Veja o que cada rocha significa para a perfuração e para a água.

Dados do SIAGAS · retrato de 2026-08-04

Que rocha existe abaixo de Esmeraldas - MG?

Os poços de Esmeraldas - MG atravessam principalmente Complexo Belo Horizonte — Gnaisses e migmatitos que formam o embasamento da região metropolitana de Belo Horizonte.… Veja o que cada rocha significa para a perfuração e para a água.

Rocha mais atravessada
Complexo Belo Horizonte
Outras formações registradas
Arqueano, Proterozoico Inferior
Tipo de aquífero
Fissural
Profundidade média nessa rocha
102,9 m
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

Resposta curta

Segundo o cadastro nacional, os poços de Esmeraldas atravessam principalmente Complexo Belo Horizonte, além de Arqueano e Proterozoico Inferior.

Gnaisses e migmatitos que formam o embasamento da região metropolitana de Belo Horizonte.

O que cada rocha significa

Complexo Belo Horizonte 70 poços

Rocha cristalina · aquífero fissural

Gnaisses e migmatitos que formam o embasamento da região metropolitana de Belo Horizonte.

Na perfuração: Rocha dura de avanço lento, sob manto de solo residual frequentemente espesso.

Para a água: Aquífero fissural com vazões muito variáveis conforme o fraturamento local.

Arqueano 32 poços

Rocha cristalina · aquífero fissural

Rochas do embasamento com mais de 2,5 bilhões de anos — as mais antigas do território.

Na perfuração: Rocha muito dura e de avanço lento, com parede estável em profundidade.

Para a água: Aquífero fissural clássico, dependente de fraturas abertas e conectadas.

Proterozoico Inferior 4 poços

Rocha cristalina · aquífero fissural

Rochas do embasamento formadas entre 2,5 e 1,6 bilhão de anos atrás.

Na perfuração: Rocha dura, de avanço lento e parede estável em profundidade.

Para a água: Aquífero fissural clássico, com resultado dependente da locação do ponto.

Formação Serra Geral 2 poços

Rocha vulcânica · aquífero fissural

Derrames de basalto que cobriram grande parte do sul e sudeste do Brasil há cerca de 130 milhões de anos. É a unidade mais registrada no cadastro nacional de poços.

Na perfuração: Rocha dura e abrasiva, que exige martelo de fundo de furo e desgasta broca. O avanço é lento, mas a parede do furo é estável e costuma dispensar revestimento em profundidade.

Para a água: A água ocupa fraturas e as zonas de contato entre um derrame e outro — as chamadas juntas de resfriamento. Vazões muito variáveis: dois poços próximos podem ter resultados bem diferentes conforme peguem ou não uma fratura produtora.

Aluviões 1 poço

Rocha sedimentar · aquífero poroso

Depósitos de areia, cascalho e argila acumulados por rios ao longo dos vales.

Na perfuração: Material solto, de avanço muito rápido e parede instável. Exige revestimento desde o início e pré-filtro bem selecionado.

Para a água: Aquífero raso e de recarga imediata, com boas vazões onde o cascalho é espesso. É também o mais exposto a contaminação — a proximidade de fossas e currais precisa ser avaliada com rigor.

Formações registradas nos poços

Formações geológicas atravessadas Formações geológicas registradas nos poços de Esmeraldas. Valores em poços. Complexo Belo Horizonte 70 · 64% Arqueano 32 · 29% Proterozoico Inferior 4 · 4% Formação Serra Geral 2 · 2% Aluviões 1 · 1% Grupo Nova Lima 1 · 1%
Formações geológicas atravessadas

O tipo de aquífero em Esmeraldas

O aquífero predominante é o Fissural. A água ocupa fraturas, falhas e zonas de contato entre rochas, e não os espaços entre grãos.

Não existe lençol contínuo: dois poços próximos podem ter vazões muito diferentes. Por isso a locação técnica do ponto pesa mais no resultado do que o preço do metro perfurado.

Por que a rocha muda o custo do poço

A rocha define três coisas ao mesmo tempo: a velocidade de avanço da perfuração, a quantidade de revestimento necessária e a probabilidade de encontrar água em cada metro.

  • Rocha dura e abrasiva — como basalto, quartzito e itabirito compacto — reduz o avanço a poucos metros por dia e desgasta broca.
  • Material friável, como arenito pouco consolidado, avança rápido mas desmorona: exige revestimento e filtro bem dimensionados.
  • Rocha carbonática pode apresentar cavidades, com perda súbita de circulação durante a perfuração.
  • Rocha cristalina tem parede estável em profundidade, mas o manto de solo alterado acima dela costuma exigir revestimento.

Atendemos Esmeraldas?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Esmeraldas.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.