Poços artesianos em Belo Horizonte - MG: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Belo Horizonte, Minas Gerais.
- 254 poços cadastrados
- média de 90,6 m
- aquífero fissural
- Atendemos esta cidade
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 254 poços em Belo Horizonte, com profundidade média de 90,6 m (mediana de 81 m, variando de 19 m a 258 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Belo Horizonte, presente em 88% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Belo Horizonte é 6,2 m mais raso que a média de Minas Gerais (96,8 m).
Números do cadastro em Belo Horizonte
| Poços no cadastro nacional | 254 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 90,6 m 204 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 81 m |
| Faixa de profundidade | 19 m a 258 m |
| Nível estático médio | 13 m 145 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 43,5 m 150 poços com o dado |
| Vazão específica média | 3,3 m³/h por metro 141 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 100% dos registros |
| Rocha predominante | Complexo Belo Horizonte 88% dos registros |
| Uso mais comum | Abastecimento doméstico 43 poços |
| Década com mais perfurações | anos 1970 54 poços |
| Poços com teste de vazão | 254 de 254 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 117 poços
Formações geológicas atravessadas
- Complexo Belo Horizonte — 147 poços
- Formação Gandarela — 16 poços
- Supergrupo Minas — 1 poço
- Formação Caue — 1 poço
- Grupo Sabará — 1 poço
- Complexo Bonfim — 1 poço
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Precisa de um poço em Belo Horizonte?
Esta página é de dados públicos, mas Belo Horizonte está na nossa área de atendimento. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG que perfura, mantém e regulariza poços há mais de 30 anos, a cerca de 100 km daqui.
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Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.