Maranhão · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Aldeias Altas - MA: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Aldeias Altas, Maranhão.

  • aquífero poroso
  • formação itapecuru
  • 79poços cadastrados
  • 89,7 mprofundidade média
  • 85 mprofundidade mediana
  • 13 mnível estático médio

Como são os poços em Aldeias Altas - MA?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 79 poços em Aldeias Altas - MA. A profundidade média é de 89,7 m e a mediana, 85 m, medida em 74 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 13 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Itapecuru. No Censo 2022, 3.739 dos 6.664 domicílios do município — 56,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
79
Profundidade média
89,7 m
Profundidade mediana
85 m
Nível estático médio
13 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Itapecuru
Ante a média do estado
19,5 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m)
População (Censo 2022)
23.286 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
3.739 (56,1%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 79 poços em Aldeias Altas, com profundidade média de 89,7 m (mediana de 85 m, variando de 3,5 m a 200 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Itapecuru, presente em 75% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Aldeias Altas é 19,5 m mais raso que a média de Maranhão (109,2 m).

Números do cadastro em Aldeias Altas

Poços cadastrados em Aldeias Altas - MA
Poços no cadastro nacional79 poços
Profundidade média89,7 m 74 poços com o dado
Profundidade mediana85 m
Faixa de profundidade3,5 m a 200 m
Nível estático médio13 m 28 poços com o dado
Nível dinâmico médio38,9 m 16 poços com o dado
Vazão específica média0,5 m³/h por metro 11 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Itapecuru 75% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 45 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 38 poços
Poços com teste de vazão79 de 79
Distribuição das profundidades em Aldeias Altas 3,5 m mínimo 85 m mediana 200 m máximo
Metade dos poços fica entre 75 m e 120 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Aldeias Altas por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 12 · 16% 50-100 m 39 · 53% 100-150 m 17 · 23% 150-200 m 6 · 8%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Aldeias Altas 1 1950 1 1970 9 1980 38 1990 12 2000 4 2010 5 2020
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Aldeias Altas. Valores em poços. Abastecimento urbano 45 · 74% Abastecimento doméstico 8 · 13% Abastecimento doméstico/animal 3 · 5% Pecuária 2 · 3% Abastecimento industrial 2 · 3% Abastecimento múltiplo 1 · 2%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 7 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Itapecuru — 6 poços
  • Formação Corda — 2 poços

O território e o subsolo de Aldeias Altas

Aldeias Altas tem 23.286 habitantes distribuídos em 1.942,1 km², o que dá 12,0 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Caxias.

No Censo 2022, 3.739 dos 6.664 domicílios de Aldeias Altas — 56,1% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 2.408 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 3.412 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

O Maranhão está quase todo sobre a Bacia do Parnaíba, com destaque para os arenitos da Formação Itapecuru. Os aquíferos com nome próprio do estado: Formação Itapecuru, Formação Corda, Grupo Barreiras. Poço poroso de comportamento previsível. A alternância de camadas arenosas e argilosas é o que define onde entra o filtro.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Aldeias Altas

Com base em 91 poços cadastrados num raio de 30 km de Aldeias Altas - MA, 80% deles foram concluídos entre 29 m e 150 m, com profundidade mediana de 85 m. A vazão mediana calculada é de 8,8 m³/h (metade dos poços entre 7,0 m³/h e 10,3 m³/h), sobre 10 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Aldeias Altas se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 91 poços no raio, contra 79 poços dentro do município.

85 mprofundidade mediana
8,8 m³/hvazão mediana calculada
7 mnível estático mediano
3,2poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 10 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Aldeias Altas: 59/100

59 de 100

Confiança: amostra média91 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 65peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 25peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 62peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 61peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 99peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Aldeias Altas costumam descer

  • até 50 m 18%15
  • 50 a 100 m 53%44
  • 100 a 150 m 22%18
  • acima de 150 m 7%6

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Quanto cada rocha entrega de água

Produtividade por formação geológica no raio de 30 km
FormaçãoVazão medianaProfundidade medianaPoços
Formação Itapecuru 8,4 m³/h 141 m 62 com teste
Formação Corda sem teste 120 m 3

A diferença de vazão entre uma formação e outra é o que mais pesa no resultado de um poço — mais que a profundidade e mais que o equipamento. É também o que justifica a locação técnica do ponto: dentro do mesmo terreno pode haver mais de uma dessas rochas.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Aldeias Altas?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Aldeias Altas.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.