Poços artesianos em Rio Bananal - ES: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Rio Bananal, Espírito Santo.

  • 12 poços cadastrados
  • média de 67,5 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 12 poços em Rio Bananal, com profundidade média de 67,5 m (mediana de 70 m, variando de 59 m a 80 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Complexo Paraíba do Sul, presente em 50% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Rio Bananal é 14,8 m mais raso que a média de Espírito Santo (82,3 m).

Números do cadastro em Rio Bananal

Poços cadastrados em Rio Bananal - ES
Poços no cadastro nacional12 poços
Profundidade média67,5 m 8 poços com o dado
Profundidade mediana70 m
Faixa de profundidade59 m a 80 m
Nível estático médio1,6 m 2 poços com o dado
Nível dinâmico médio19,3 m 2 poços com o dado
Vazão específica média2,1 m³/h por metro 2 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 50% dos registros
Rocha predominanteComplexo Paraíba do Sul 50% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 3 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1990 8 poços
Poços com teste de vazão12 de 12
Distribuição das profundidades em Rio Bananal 59 m mínimo 70 m mediana 80 m máximo
Metade dos poços fica entre 60 m e 80 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Rio Bananal por faixa de profundidade. Valores em poços. 50-100 m 8 · 100%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Rio Bananal. Valores em poços. Abastecimento doméstico 3 · 43% Irrigação 2 · 29% Abastecimento industrial 1 · 14% Abastecimento doméstico/animal 1 · 14%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 4 poços
  • Poroso — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Complexo Paraíba do Sul — 4 poços
  • Grupo Barreiras — 4 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Rio Bananal?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Rio Bananal.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.