Poços artesianos em Brasília - DF: profundidade, aquífero e vazão
Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Brasília, Distrito Federal.
- 1.187 poços cadastrados
- média de 96,2 m
- aquífero fissural
O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 1.187 poços em Brasília, com profundidade média de 96,2 m (mediana de 100 m, variando de 2,5 m a 1.000 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Grupo Paranoá, presente em 72% dos poços com litologia informada.
Comparado ao restante do estado, o poço de Brasília é praticamente igual à média de Distrito Federal (96,2 m).
Números do cadastro em Brasília
| Poços no cadastro nacional | 1.187 poços |
|---|---|
| Profundidade média | 96,2 m 1.105 poços com o dado |
| Profundidade mediana | 100 m |
| Faixa de profundidade | 2,5 m a 1.000 m |
| Nível estático médio | 21,3 m 794 poços com o dado |
| Nível dinâmico médio | 59,9 m 768 poços com o dado |
| Vazão específica média | 0,7 m³/h por metro 710 poços com teste |
| Aquífero predominante | Fissural 86% dos registros |
| Rocha predominante | Grupo Paranoá 72% dos registros |
| Uso mais comum | Irrigação 356 poços |
| Década com mais perfurações | anos 2010 657 poços |
| Poços com teste de vazão | 1.187 de 1.187 |
Profundidade dos poços por faixa
Quando os poços foram perfurados
A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.
Para que a água é usada
Aquíferos e rochas registrados
Aquíferos
- Fissural — 567 poços
- Poroso — 96 poços
Formações geológicas atravessadas
- Grupo Paranoá — 486 poços
- Não Definida — 104 poços
- Grupo Canastra — 44 poços
- Grupo Bambuí — 30 poços
- Grupo Araxá — 9 poços
- Quaternário — 3 poços
O que cada número significa
- Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
- Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
- Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
- Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
- Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
- Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
- Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.
Atendemos Brasília?
Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Brasília.
Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.
Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.