Amazonas · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Parintins - AM: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Parintins, Amazonas.

  • aquífero poroso
  • formação alter do chão
  • 128poços cadastrados
  • 64,7 mprofundidade média
  • 62 mprofundidade mediana
  • 8,3 mnível estático médio

Como são os poços em Parintins - AM?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 128 poços em Parintins - AM. A profundidade média é de 64,7 m e a mediana, 62 m, medida em 128 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 8,3 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formação Alter do Chão. No Censo 2022, 2.126 dos 23.900 domicílios do município — 8,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
128
Profundidade média
64,7 m
Profundidade mediana
62 m
Nível estático médio
8,3 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formação Alter do Chão
Ante a média do estado
5,9 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m)
População (Censo 2022)
96.372 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
2.126 (8,9%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 128 poços em Parintins, com profundidade média de 64,7 m (mediana de 62 m, variando de 6,5 m a 122 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Alter do Chão, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Parintins é 5,9 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m).

Números do cadastro em Parintins

Poços cadastrados em Parintins - AM
Poços no cadastro nacional128 poços
Profundidade média64,7 m 128 poços com o dado
Profundidade mediana62 m
Faixa de profundidade6,5 m a 122 m
Nível estático médio8,3 m 94 poços com o dado
Nível dinâmico médio22,3 m 46 poços com o dado
Vazão específica média6,1 m³/h por metro 44 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Alter do Chão 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento urbano 65 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 67 poços
Poços com teste de vazão128 de 128
Distribuição das profundidades em Parintins 6,5 m mínimo 62 m mediana 122 m máximo
Metade dos poços fica entre 36 m e 86 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Parintins por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 53 · 41% 50-100 m 51 · 40% 100-150 m 24 · 19%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Parintins 2 1960 3 1970 6 1980 30 1990 67 2000 20 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Parintins. Valores em poços. Abastecimento urbano 65 · 51% Abastecimento múltiplo 43 · 34% Abastecimento doméstico 8 · 6% Abastecimento industrial 7 · 5% Sem uso 4 · 3% Abastecimento doméstico/animal 1 · 1%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 128 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Alter do Chão — 128 poços

O território e o subsolo de Parintins

Parintins tem 96.372 habitantes distribuídos em 5.956,0 km², o que dá 16,2 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Parintins.

No Censo 2022, 2.126 dos 23.900 domicílios de Parintins — 8,9% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 2.067 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 3.133 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. Fica próximo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios.

O Amazonas está sobre a Bacia do Amazonas, onde a Formação Alter do Chão forma um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, aluviões. Arenito friável de alta produtividade. O projeto vive do revestimento e do pré-filtro; ferro dissolvido é o problema químico mais comum.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Parintins

Com base em 123 poços cadastrados num raio de 30 km de Parintins - AM, 80% deles foram concluídos entre 22 m e 120 m, com profundidade mediana de 60 m. A vazão mediana calculada é de 24,5 m³/h (metade dos poços entre 7,6 m³/h e 61,3 m³/h), sobre 40 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 7 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Parintins se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 123 poços no raio, contra 128 poços dentro do município.

60 mprofundidade mediana
24,5 m³/hvazão mediana calculada
7 mnível estático mediano
4,4poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 40 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Parintins: 66/100

66 de 100

Confiança: amostra alta123 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 98peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 32peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 55peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 82peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 9peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Parintins costumam descer

  • até 50 m 42%52
  • 50 a 100 m 38%47
  • 100 a 150 m 20%24
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m52 poços Formação Alter do Chão 52
  • 50 a 100 m47 poços Formação Alter do Chão 47
  • 100 a 150 m24 poços Formação Alter do Chão 24

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Parintins?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Parintins.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.