Amazonas · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Nova Olinda do Norte - AM: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Nova Olinda do Norte, Amazonas.

  • aquífero poroso
  • formacao içá
  • 42poços cadastrados
  • 55,1 mprofundidade média
  • 45 mprofundidade mediana
  • 7,8 mnível estático médio

Como são os poços em Nova Olinda do Norte - AM?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 42 poços em Nova Olinda do Norte - AM. A profundidade média é de 55,1 m e a mediana, 45 m, medida em 42 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 7,8 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Formacao Içá. No Censo 2022, 1.642 dos 6.480 domicílios do município — 25,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
42
Profundidade média
55,1 m
Profundidade mediana
45 m
Nível estático médio
7,8 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Formacao Içá
Ante a média do estado
15,5 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m)
População (Censo 2022)
27.062 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
1.642 (25,3%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 42 poços em Nova Olinda do Norte, com profundidade média de 55,1 m (mediana de 45 m, variando de 9 m a 120 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formacao Içá, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Nova Olinda do Norte é 15,5 m mais raso que a média de Amazonas (70,6 m).

Números do cadastro em Nova Olinda do Norte

Poços cadastrados em Nova Olinda do Norte - AM
Poços no cadastro nacional42 poços
Profundidade média55,1 m 42 poços com o dado
Profundidade mediana45 m
Faixa de profundidade9 m a 120 m
Nível estático médio7,8 m 32 poços com o dado
Nível dinâmico médio15,4 m 19 poços com o dado
Vazão específica média8,1 m³/h por metro 18 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormacao Içá 100% dos registros
Uso mais comumSem uso 20 poços
Década com mais perfuraçõesanos 1980 15 poços
Poços com teste de vazão42 de 42
Distribuição das profundidades em Nova Olinda do Norte 9 m mínimo 45 m mediana 120 m máximo
Metade dos poços fica entre 22,3 m e 80 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Nova Olinda do Norte por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 23 · 55% 50-100 m 13 · 31% 100-150 m 6 · 14%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Nova Olinda do Norte 15 1980 10 1990 12 2000 5 2010
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Nova Olinda do Norte. Valores em poços. Sem uso 20 · 48% Abastecimento urbano 10 · 24% Abastecimento doméstico 7 · 17% Abastecimento múltiplo 3 · 7% Abastecimento industrial 2 · 5%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 42 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formacao Içá — 42 poços

O território e o subsolo de Nova Olinda do Norte

Nova Olinda do Norte tem 27.062 habitantes distribuídos em 5.578,1 km², o que dá 4,9 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Manaus.

No Censo 2022, 1.642 dos 6.480 domicílios de Nova Olinda do Norte — 25,3% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 893 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 2.862 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É bem acima da média brasileira, de 11,4% dos domicílios — sinal de que o poço já resolve o abastecimento de boa parte do município, e não apenas de casos isolados.

O Amazonas está sobre a Bacia do Amazonas, onde a Formação Alter do Chão forma um dos maiores reservatórios de água subterrânea do planeta. Os aquíferos com nome próprio do estado: Sistema Aquífero Alter do Chão, aluviões. Arenito friável de alta produtividade. O projeto vive do revestimento e do pré-filtro; ferro dissolvido é o problema químico mais comum.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Nova Olinda do Norte

Com base em 94 poços cadastrados num raio de 30 km de Nova Olinda do Norte - AM, 80% deles foram concluídos entre 11 m e 100 m, com profundidade mediana de 28 m. A vazão mediana calculada é de 27,8 m³/h (metade dos poços entre 20,0 m³/h e 39,0 m³/h), sobre 26 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 8 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (100% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Nova Olinda do Norte se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 94 poços no raio, contra 42 poços dentro do município.

28 mprofundidade mediana
27,8 m³/hvazão mediana calculada
8 mnível estático mediano
3,3poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 26 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Nova Olinda do Norte: 75/100

75 de 100

Confiança: amostra alta94 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 98peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 25peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 58peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 98peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 96peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Nova Olinda do Norte costumam descer

  • até 50 m 64%60
  • 50 a 100 m 29%27
  • 100 a 150 m 7%7
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m60 poços Formacao Içá 59 · Aluviões 1
  • 50 a 100 m27 poços Formacao Içá 26 · Formação Alter do Chão 1
  • 100 a 150 m7 poços Formacao Içá 7

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Nova Olinda do Norte?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Nova Olinda do Norte.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.