Poços artesianos em Pilar - AL: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Pilar, Alagoas.

  • 34 poços cadastrados
  • média de 75,9 m
  • aquífero poroso

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 34 poços em Pilar, com profundidade média de 75,9 m (mediana de 81 m, variando de 47,9 m a 90 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Formação Muribeca, presente em 50% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Pilar é praticamente igual à média de Alagoas (73,4 m).

Números do cadastro em Pilar

Poços cadastrados em Pilar - AL
Poços no cadastro nacional34 poços
Profundidade média75,9 m 18 poços com o dado
Profundidade mediana81 m
Faixa de profundidade47,9 m a 90 m
Nível estático médio47,8 m 14 poços com o dado
Nível dinâmico médio52,9 m 12 poços com o dado
Vazão específica média2,7 m³/h por metro 12 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteFormação Muribeca 50% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 1980 10 poços
Poços com teste de vazão34 de 34
Distribuição das profundidades em Pilar 47,9 m mínimo 81 m mediana 90 m máximo
Metade dos poços fica entre 71,5 m e 83 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Pilar por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 1 · 6% 50-100 m 17 · 94%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Pilar 1 1960 10 1980 3 1990 3 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 2 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Formação Muribeca — 1 poço
  • Aluviões — 1 poço

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Pilar?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Pilar.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.