Poços artesianos em Campo Grande - AL: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Campo Grande, Alagoas.

  • 5 poços cadastrados
  • média de 48,2 m
  • aquífero fissural

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 5 poços em Campo Grande, com profundidade média de 48,2 m (mediana de 50 m, variando de 36 m a 60 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Corpo Cristalino, presente em 100% dos poços com litologia informada. São poucos registros para o município — servem como referência, não como retrato completo.

Comparado ao restante do estado, o poço de Campo Grande é 25,2 m mais raso que a média de Alagoas (73,4 m).

Números do cadastro em Campo Grande

Poços cadastrados em Campo Grande - AL
Poços no cadastro nacional5 poços
Profundidade média48,2 m 5 poços com o dado
Profundidade mediana50 m
Faixa de profundidade36 m a 60 m
Nível estático médio7,2 m 4 poços com o dado
Nível dinâmico médio24,2 m 4 poços com o dado
Vazão específica média2 m³/h por metro 4 poços com teste
Aquífero predominanteFissural 100% dos registros
Rocha predominanteCorpo Cristalino 100% dos registros
Década com mais perfuraçõesanos 1980 2 poços
Poços com teste de vazão5 de 5
Distribuição das profundidades em Campo Grande 36 m mínimo 50 m mediana 60 m máximo
Metade dos poços fica entre 45 m e 50 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Campo Grande por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 4 · 80% 50-100 m 1 · 20%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Campo Grande 2 1980 2 1990 1 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Fissural — 4 poços

Formações geológicas atravessadas

  • Corpo Cristalino — 4 poços

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Campo Grande?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Campo Grande.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-03. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.