Alagoas · cadastro nacional de poços

Poços artesianos em Barra de Santo Antônio - AL: profundidade, aquífero e vazão

Retrato do cadastro nacional de poços do SIAGAS para Barra de Santo Antônio, Alagoas.

  • aquífero poroso
  • aluviões
  • 44poços cadastrados
  • 35 mprofundidade média
  • 30 mprofundidade mediana
  • 7,5 mnível estático médio

Como são os poços em Barra de Santo Antônio - AL?

O cadastro nacional do SIAGAS registra 44 poços em Barra de Santo Antônio - AL. A profundidade média é de 35 m e a mediana, 30 m, medida em 21 poços com profundidade informada. O nível estático médio — a profundidade em que a água aparece com o poço parado — fica em 7,5 m. O aquífero predominante é poroso, e a rocha mais atravessada é Aluviões. No Censo 2022, 243 dos 5.229 domicílios do município — 4,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento.

Poços cadastrados
44
Profundidade média
35 m
Profundidade mediana
30 m
Nível estático médio
7,5 m
Aquífero predominante
Poroso
Rocha predominante
Aluviões
Ante a média do estado
38,4 m mais raso que a média de Alagoas (73,4 m)
População (Censo 2022)
16.365 habitantes
Domicílios abastecidos por poço
243 (4,7%)
Retrato do cadastro
04/08/2026

Fontes: Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) · IBGE

O cadastro nacional de poços do SIAGAS registra 44 poços em Barra de Santo Antônio, com profundidade média de 35 m (mediana de 30 m, variando de 15 m a 62 m). A rocha mais registrada nas perfurações é Aluviões, presente em 100% dos poços com litologia informada.

Comparado ao restante do estado, o poço de Barra de Santo Antônio é 38,4 m mais raso que a média de Alagoas (73,4 m).

Números do cadastro em Barra de Santo Antônio

Poços cadastrados em Barra de Santo Antônio - AL
Poços no cadastro nacional44 poços
Profundidade média35 m 21 poços com o dado
Profundidade mediana30 m
Faixa de profundidade15 m a 62 m
Nível estático médio7,5 m 7 poços com o dado
Nível dinâmico médio21,6 m 7 poços com o dado
Vazão específica média8 m³/h por metro 7 poços com teste
Aquífero predominantePoroso 100% dos registros
Rocha predominanteAluviões 100% dos registros
Uso mais comumAbastecimento doméstico 9 poços
Década com mais perfuraçõesanos 2000 11 poços
Poços com teste de vazão44 de 44
Distribuição das profundidades em Barra de Santo Antônio 15 m mínimo 30 m mediana 62 m máximo
Metade dos poços fica entre 27 m e 40 m (faixa destacada).

Profundidade dos poços por faixa

Quantos poços em cada faixa de profundidade Distribuição dos poços de Barra de Santo Antônio por faixa de profundidade. Valores em poços. 0-50 m 18 · 86% 50-100 m 3 · 14%
Quantos poços em cada faixa de profundidade

Quando os poços foram perfurados

Perfurações registradas por década Número de poços perfurados por década em Barra de Santo Antônio 1 1960 4 1970 5 1990 11 2000
Perfurações registradas por década

A curva mostra quando a perfuração ganhou ritmo no município. Períodos de seca prolongada e chegada de energia trifásica na zona rural costumam aparecer como picos.

Para que a água é usada

Uso declarado da água Usos declarados dos poços de Barra de Santo Antônio. Valores em poços. Abastecimento doméstico 9 · 90% Outros (lazer,etc.) 1 · 10%
Uso declarado da água

Aquíferos e rochas registrados

Aquíferos

  • Poroso — 1 poço

Formações geológicas atravessadas

  • Aluviões — 1 poço

O território e o subsolo de Barra de Santo Antônio

Barra de Santo Antônio tem 16.365 habitantes distribuídos em 131,4 km², o que dá 124,6 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). O município integra a região geográfica imediata de Maceió.

No Censo 2022, 243 dos 5.229 domicílios de Barra de Santo Antônio — 4,7% — tinham poço como forma principal de abastecimento, sendo 215 em poço profundo ou artesiano. Outro recorte do mesmo levantamento: 97 domicílios não têm ligação com a rede geral de distribuição. É abaixo da média brasileira, de 11,4% dos domicílios: a rede pública cobre a maior parte de Barra de Santo Antônio, e o poço aparece sobretudo na zona rural, em chácaras e em quem quer independência da conta de água.

Alagoas divide-se entre a Bacia Sergipe-Alagoas e os tabuleiros do Barreiras, no litoral, e o embasamento cristalino, no sertão. Os aquíferos com nome próprio do estado: Grupo Barreiras, Sistema Marituba, embasamento cristalino. No litoral, poço poroso previsível; no agreste e no sertão, poço fissural que depende de fratura — e, perto do mar, atenção à intrusão salina.

Domínio bacias sedimentares. Arenitos, siltitos e folhelhos empilhados em espessuras que chegam a centenas ou milhares de metros. A água ocupa o poro entre os grãos, de forma contínua. É o domínio de maior potencial do país: vazões altas, comportamento previsível e camadas produtoras que se estendem por dezenas de quilômetros.

O que isso muda na obra. Avanço rápido, mas parede instável: o poço vive do projeto de revestimento, filtro e pré-filtro. Errar a posição do filtro estraga um poço que a geologia entregaria bom.

População, área e abastecimento: IBGE, Censo 2022. Classificação hidrogeológica: CPRM / SNIRH. A descrição do domínio é qualitativa e vale para a região; os números de poço vêm medidos do cadastro.

O subsolo num raio de 30 km de Barra de Santo Antônio

Com base em 110 poços cadastrados num raio de 30 km de Barra de Santo Antônio - AL, 80% deles foram concluídos entre 17 m e 80 m, com profundidade mediana de 36 m. A vazão mediana calculada é de 4,7 m³/h (metade dos poços entre 1,7 m³/h e 13,9 m³/h), sobre 30 poços com teste completo. O nível estático mediano fica em 3 m — é a profundidade em que a água aparece com o poço parado. Predomina aquífero poroso (85% dos registros com o dado).

Esta leitura ignora a divisa do município de propósito: água subterrânea não respeita fronteira administrativa, e um terreno na borda de Barra de Santo Antônio se parece mais com o vizinho do outro lado da divisa do que com a sede. São 110 poços no raio, contra 44 poços dentro do município.

36 mprofundidade mediana
4,7 m³/hvazão mediana calculada
3 mnível estático mediano
3,9poços por 100 km²

Sobre a vazão. O cadastro publica a vazão específica (m³/h por metro de rebaixamento), não a vazão do teste. O valor acima é calculado: Q = vazão específica × (nível dinâmico − nível estático), sobre os 30 poços em que os três números existem no mesmo registro. É aritmética exata, não estimativa — mas depende de o cadastro ter os três campos preenchidos.

Índice de Potencial Hídrico de Barra de Santo Antônio: 30/100

30 de 100

Confiança: amostra alta110 poços no raio

  • Produtividadevazão mediana da região comparada à do país 28peso 40%
  • Densidade de poçospoços cadastrados por 100 km² 29peso 20%
  • Geologiaprodutividade típica das rochas presentes 16peso 20%
  • Profundidadequanto mais raso, melhor — o preço se forma por metro 97peso 10%
  • Estabilidade da vazãoquanto os poços variam entre si 5peso 10%

Como ler: é um índice comparativo, de 0 a 100, que posiciona este entorno em relação aos 4.817 municípios brasileiros com poços cadastrados. Não é probabilidade de achar água, e não substitui estudo em campo: nota alta significa que a região, em média, entrega mais água com menos metro perfurado que a maioria do país.

Até onde os poços de Barra de Santo Antônio costumam descer

  • até 50 m 64%47
  • 50 a 100 m 34%25
  • 100 a 150 m 1%1
  • acima de 150 m 0%0

O que este número é, e o que não é. Ele mostra a que profundidade os poços da região terminaram — não a profundidade em que a água apareceu. O perfurador para quando tem vazão suficiente, e onde a água veio fácil ele parou antes. Some-se a isso que poço seco raramente chega ao cadastro: por isso este acervo descreve bem o esforço típico da obra na região, e não serve para calcular chance de sucesso.

Em que rocha os poços terminam, por faixa

  • até 50 m3 poços Aluviões 2 · Corpo Cristalino 1
  • 50 a 100 m10 poços Coberturas Sedimentares Indiferenciadas 8 · Corpo Cristalino 1 · Grupo Barreiras 1

Isto não é um perfil estratigráfico. O cadastro informa uma formação por poço e a profundidade final dele — não a sequência de camadas atravessadas. A leitura correta é: "os poços que terminaram nesta faixa estavam, em geral, nestas rochas". Para saber a sequência real de camadas de um terreno é preciso sondagem com recuperação de testemunho.

Quer rodar essa mesma análise para outro município, comparar dois lado a lado ou ver o mapa de potencial da região? Abra o simulador · comparador · mapa de calor.

O que cada número significa

  • Profundidade média e mediana — a mediana costuma representar melhor o município, porque um único poço muito fundo puxa a média para cima. Quando as duas ficam distantes, é sinal de subsolo irregular.
  • Nível estático — a que profundidade a água aparece com o poço em repouso. Quanto mais raso, menor o custo de energia para bombear.
  • Nível dinâmico — a que profundidade a água estabiliza durante o bombeamento. A diferença entre ele e o estático é o rebaixamento.
  • Vazão específica — quantos metros cúbicos por hora o poço entrega para cada metro de rebaixamento. É a medida mais justa de produtividade, porque não depende do tamanho da bomba usada no teste.
  • Aquífero fissural — a água ocupa fraturas da rocha, não um lençol contínuo. Dois poços próximos podem ter resultados muito diferentes.
  • Aquífero poroso — a água ocupa os vazios entre grãos de sedimento. Comportamento mais previsível que o fissural.
  • Aquífero cárstico — a água circula por condutos abertos pela dissolução de rochas carbonáticas. Vazões altas, porém irregulares.

Atendemos Barra de Santo Antônio?

Não. A Perfurar Poços Artesianos é uma empresa de Ouro Branco - MG e atende 47 municípios de Minas Gerais. Esta página existe como referência pública sobre o cadastro nacional de poços, não como oferta de serviço em Barra de Santo Antônio.

Se você está em Minas Gerais, veja as cidades que atendemos. Fora disso, procure uma empresa de perfuração da sua região — e leve estes números para a conversa: eles ajudam a avaliar o orçamento que você receber.

Fonte dos dados: SIAGAS — Sistema de Informações de Águas Subterrâneas, Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM). Retrato extraído em 2026-08-04. O cadastro depende do envio de informações por quem perfura, então a cobertura varia bastante entre municípios: ausência de registro não significa ausência de poços.